quarta-feira, 30 de novembro de 2011

FATO


Eu já presenciei uma dessa rsrs ^^ 

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@mai_molinas

Você entende?



Anh!? anh!? anh!?
Tá difícil ? ^^ rsrs 

Musica e Vídeo NEW


Iai viciados fmz ? ^^ 
Então agora aqui no blog, vamos postar Videos de jogos, filmes e etc, com musicas, e no nosso canal obviamente.
E hoje vamos postar um como exemplo, que é muito bom tbm.

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E veja nosso canal no youtube, que só tem uma postagem rsrs: 

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O Viciado


Vicio é foda, rsrs quem n tem neh ?!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

MOTIVOS PARA NÃO TRABALHAR NA INDÚSTRIA DE GAMES.


Todo mundo acha que trabalhar na indústria dos games é muito legal, trabalhar com aquilo que ama deve ser divertido e passar da posição de jogador para criador deve ser fantástico.
Mas o site Dorkly publicou sete motivos que aborda pontos de vista diferente. Será que é tão ruim assim?
Entre os motivos estão “Você não vai trabalhar em um game que você gosta” até “As pessoas não entenderão o que você faz”, e o motivo clássico “Os fãs atacarão você por qualquer motivo”.

7. Você não vai trabalhar em um game que você gosta.
- Entrar pra uma Square Enix, Blizzard ou Ubisoft da vida é MUITO foda. Pensa que vai trabalhar apenas nos jogos que você gosta? Não. Bem provável que boa parte dos seus primeiros anos, você fará parte de um “Hello Kitty” da vida e coisas do gênero. Infelizmente, nesse ramo você dificilmente poderá ter a chance de escolher no que quer trabalhar.

6. Será esperado que você viaje pra longe, muito longe.
- Hoje em dia, a maioria das developers de games irão requisitar que você viaje, muito, mas muitoooo, e quase sempre para bem longe de onde você mora. Principalmente em games mais grandiosos por terem fotografia de algum lugar, ou simplesmente por que a empresa terá como sedes países como Polônia, Bulgária ou qualquer onde as pequenas/médias empresas tem sedes. Acredite, mesmo as grandes empresas tem como base suas filiais de desenvolvimento em lugares bizarros.

5. Os fãs atacarão você por qualquer motivo.
- Você será atacado Xingado, ameaçado, sentenciado à morte, enfim, isso IRÁ acontecer. Todos simplesmente TODOS os jogos terão seus Haters, e acredite, eles farão da sua vida um inferno. E por favor, nunca faça nada, mas nem um pingo de algo errado, porque ai não serão apenas os haters, acredite a comunidade de gamers ao redor do mundo é critíca demais. E o minimo detalhe errado que você fizer, você irá ver posts e mais post em fóruns e sites criticando.

4. As pessoas não entenderão o que você faz.
- Dificilmente você conseguirá chegar em uma mesa de conversa entre amigos, e poderá explicar seu trabalho. Todos irão ver como “cara, que maneiro você trabalha com joguinhos!” e quando você começar explicar “eu faço as funções de batalha” ou “eu sou um tester, conheço cada canto do mapa, cada segredo, cada buraco do jogo.” Quem diabos vai entender o que você faz em um jogo? Pessoas “comuns” são muito mente fechada quanto à isso.
3. Você não pode reclamar, literalmente.
- Você pensa que pode por exemplo ir no Facebook reclamar do seu trabalho, ou do projeto envolvido? Que pode falar no seu blog, ou até mesmo espalhar para amigos sobre o projeto que trabalha? Errado. A indústria dos games está entre a mais restrita e severa quanto à isso. Basta apenas um comentário maldoso seu sobre a sua empresa, ou um segredo qualquer revelado via twitter por exemplo, e você estará demitido. E acredite, não achará emprego em nenhuma outra empresa com este histórico.

2. Você vai trabalhar muitas horas, você vai deixar de existir.
- Muitos pensam: “cara, trabalhar em casa é maneirão!” ou “pqp, trabalhar em um escritório cheio de coisas relacionadas à jogos deve ser um sonho!”. Sabe aqueles chineses escravizados que trabalham 24/7? Você será um. Nesse ramo, eles vão te sugar o máximo que podem, quanto menos funcionários melhor, e quanto mais ele poder fornecer, melhor. Sim, espere por dias que você irá trabalhar 12, 16, 18 horas por dia. Chegando perto do lançamento de um jogo? Dias sem dormir facilmente. Você dificilmente irá conseguir sair com sua namorada, ver amigos, e coisas do gênero. Seu dia-a-dia será tão voltado ao projeto, que você dificilmente terá vida social.

1. Você vai ser demitido.
- Um exemplo: Team Bondi. Team Bondi desenvolveu um dos grandes sucessos do ano, L.A. Noire. E sabe o que aconteceu depois que fizeram o jogo? A empresa demitiu todos e fechou. Obviamente eles mesmo foram responsáveis pela demissão. Mas vejam: os Executivos não pagaram o prometido “overtime” (hora extra) e os funcionários que reclamaram foram as primeiras à serem demitidas, e tiveram seus nomes cortados dos créditos do jogo. Ou seja os bons funcionários que queriam ser reconhecidos e pagos corretamentem foram demitidos antes, e depois todo o restante também foi, mesmo quem não reclamou. Mas Team Bondi não foram os únicos, obviamente. A Disney mesmo demitiu 300 funcionários esse ano. Isso são empresas grandes, e quantas empresas pequenas feitas por pessoas com boa vontade mas sem ótimas idéias/capacidade de desenvolvimento você acha que abrem e fecham todos os anos?

Infelizmente, trabalhar nessa área é foda. MUITO foda. Você tem que realmente ponderar se vale a pena isso para você ou não. Mas quem ama jogos, dificilmente vai conseguir ficar longe. No demais, boa sorte a todos!
Se quiserem conferir no site Dorkly mostra a matéria mais em inglês com outras referências.
E aí vale a pena ou não?
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Não posso mais voltar atrás, já vou fazer facul de game mesmo rsrs.

A essência do mal


Mario, você não tem coração ? =/

Meu PC jogando MW3


"Cala a boca sua vadia"
Ai carai, eu rii ^^

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Fudeu


Só Deus salva.....
Não n, acho que vem com savegame mesmo. =] 
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Divulguem pela piadinha escrota rsrs

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Mulheres que jogam vídeo games fazem mais sexo


Mulheres que jogam vídeo game costumam fazer mais sexo, diz uma pesquisa realizada pelo site Gamehouse. Hoje, o público feminino compõe 55%  de todas as pessoas que jogam online.
Aquelas que curtem games fazem mantém relações sexuais mais frequentemente do que as que não jogam. De acordo com o estudo feito pela empresa Harris Interactive, 38% delas fazem sexo ao menos uma vez por mês, contra 34% das que não jogam, em um geral. A pesquisa também aponta que mais da metade delas estão em um relacionamento sério, e dessas garotas, 70% estão felizes com o seu relacionamento atual. Essas mulheres levam os jogos online como um escape para o stress e o tédio.

A pesquisa coletou dados de 2 mil mulheres adultas e revelou que as meninas que jogam também se sentem mais inteligentes – logo, mais seguras. Será por isso que esse tipo de mulher é mais “rara” e supervalorizada pelos geeks em geral?
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Trolando Noobs em Battlefield 3


Tensoo... rsrs

Chuck Norris aprova World of Warcraft


Sim senhor O.O

Chaveiros com LEDs dos Games Portal e Portal 2: Turret e Wheatley

Os fãs dos videogames Portal e Portal 2 da Valve Software  vão ficar malucos com estes dois chaveiros lanternas inspirados nos famosos games.
O Portal Turret LED Flashlight  vem com um LED vermelho super brilhante mais efeitos sonoros e frases retiradas diretamente dos games Portal e Portal 2. O chaveiro Turret vem numa embalagem igual a que aparece no vídeo Aperture Investment Opportunity #3, mede 8,9 cm de altura e custa US$24,99 na ThinkGeek .
O Wheatley LED Flashlight  é super detalhado com partes móveis e LED azul. O chaveiro é um produto oficial do game Portal 2  e custa US$19,99 na ThinkGeek , que aceita encomendas internacionais.

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Você já jogou Team Fortress 2?






Sniper:


Spy:



Engineer :



Demoman:



Heavy:



Soldier:



Scout:



Pyro:





Medic:




Deveria viu, é um jogo muito bom, e é FREE na Steam ^^
Então faça uma conta na Steam, baixe e jogue um dos shoters mais legais que tem no mercado =] 
E o Scout é o melhor cara rsrs ^^


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Visão do mundo


Pior que é verdade em... rsrs

Vicio em Rammstein

Rammstein é uma banda alemã formada em Berlim em Janeiro de 1994. As músicas são em sua maioria em alemão e podem ser classificadas sob os estilos rockIndustrial metalNDH e rock industrial.


Música: 






Banda é boa, vale a pena ouvir =]




Jogo que vicia [2]

Já jogou tron?
Sim?
Não?

Póis é agora vc vai jogar =]


é simples, setas direcionais movem o projetil no caso uma moto rsrs.
E enter é turbo.
Eu n consigo zerar =/
Sou muito noob >.<




Ah emoção de um jogo de verdade


Pois é. isso não deixa de ser um esporte uma competição, é foda você se dedicar tanto e perder.
Ow se dedicar tanto e ganhar, a felicidade é enorme.
E tem gente que ainda fala é um "joguinho" rsrs

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Análise: Saints Row: The Third



Desenvolvedor: Volition Inc.
Distribuidor: THQ.
Gênero: Ação/Tiro
Lançamento: 15 de Novembro 2011 EUA, 18 de Novembro Europa



Saints Row: The Third é um sandbox estilo de ação e aventura de videogame a ser desenvolvido pela Volition, Inc. e publicado pela THQ . É para ser lançado em 15 de novembro nos Estados Unidos e 18 de novembro na Europa, de 2011 para Microsoft Windows , PlayStation 3 , Xbox 360 e OnLive . É o terceiro título da série Saints Row , após o lançamento de Saints Row 2 em 2008. Como em Saints Row 2, o jogador controla o líder da Third Street Saints. O mundo do jogo é a cidade fictícia de Steelport, e a história centra-se na guerra de gangues entre os Santos e O Sindicato, um rival grupo criminoso .
Ter derrotado o rival gangues de Stilwater no final de Saints Row 2 e derrubado a influência da Corporação Ultor, o Santos se transformaram em superstars nacionais, e eles têm sua bebida própria, linha de roupas, e fãs. Eles têm como alvo um banco, na tentativa de transporte aéreo a abóbada de fora, mas o alarme alerta o PD Stilwater e os santos estão encarcerados. Na prisão, eles aprendem que o banco que tentou roubar era propriedade de uma organização criminosa internacional enorme chamado do Sindicato, liderada por Phillipe Loren. Depois de subornar a polícia, o Sindicato capturar o líder Santos, Johnny Gat, e Shaundi para tentar negociar um plano de negócios com eles, a bordo do jato particular de Loren. Enquanto em voo, Loren diz que eles terão permissão para viver se eles se transformam mais de dois terços de seu território em Stilwater. O líder dos Santos rejeita esta oferta, e um tiroteio irrompe, com o líder do santo e Shaundi escapar do jato, enquanto Johnny Gat retém os seus inimigos para comprar-lhes tempo. Não se sabe se Johnny Gat sobrevive ou não.



Com o Sindicato em pleno controle de Stilwater, o Santos se deslocar até a cidade de Steelport. Pierce é instruído a permanecer em Stilwater para garantir que tudo corra bem. Steelport é uma cidade que foi criado como fábricas floresceu com o planejamento da cidade pequena, e desde que sofreu de insuficiência econômica, contrastando o glamour de Stilwater. O Sindicato já começou a tomar o controle de algumas partes do Steelport, com foco em vícios como mercadoria e jogos de azar. Para estender seu alcance, o Sindicato tinha dividido seu controle da cidade através de três gangues. A Estrela da Manhã, liderada por Loren diretamente, normalmente são os homens europeus com gosto impecável, a venda de armas. O Killbane lutador mexicano controla os lutadores que lidam com jogos de azar e contrabando de drogas. A Deckers, liderada por hacktivist Matt Miller, são gênios de computador, e lidar com a lavagem de dinheiro. O Santos vê a oportunidade de assumir o controle de Steelport desses grupos. Como a guerra entre as gangues se intensifica, o governo treinou Especial Tático Anti-Gang (STAG) unidades tentará interromper qualquer atividade violenta seja perpetrado pelo Santos ou do Sindicato.


Muito parecido com jogos anteriores de Saints Row, vários personagens famosos de voz no jogo. Daniel Dae Kim reprisa seu papel como Johnny Gat, Cinzento Sasha vozes Viola DeWynter, e Hulk Hogan vozes wrestler profissional e aliado Santos Anjo De LaMuerte.



Estrutura de missão


Em jogos anteriores de Saints Row, o jogador seria capaz de abordar cada uma das três gangues rivais ao longo de histórias separadas que finalmente culminou em uma conclusão final. Na terceira, o enredo entre os três grupos estão interligados, e as decisões que o jogador faz para lidar com uma facção pode alterar o comportamento de outras facções para o jogador ou missões que podem estar disponíveis mais tarde. Os desenvolvedores se concentraram no desenvolvimento de um enredo em aberto, a maioria das missões enredo pode ser concluído em várias maneiras, e as decisões que o jogador faz sobre estas missões acabará por afectar final do jogo.






Jogablididade


A Terceira mantém a mistura de terceira pessoa de ação e seqüências de condução em mundo aberto, a guerra urbana formato que é tradicional na série Saints Row. O jogador, como o líder da Third Street Saints, pode explorar a cidade de Steelport, realizando missões principais que o progresso a história do jogo e missões secundárias. Estas missões secundárias incluem Atividades, mini-games iniciado em vários pontos no mundo do jogo, Fortalezas, bases de gangues rivais que podem ser tomadas para controlar mais de uma seção de Steelport e; Flashpoints, on-the-local guerra de gangues. Conclusão com êxito das missões pode ganhar o jogador no jogo de dinheiro, armas, carros e respeito gangue. Anteriores jogos Saints Row utilizado respeito como uma maneira de desbloquear missões da história; O respeito Terceiro usa como pontos de experiência . qual o jogador pode, então, passar para melhorar atributos específicos de seu caráter, tais como habilidades de combate corpo a corpo ou armas de fogo. Um sistema de nivelamento é introduzido, e o jogador seleciona esses atributos, ou "benefícios", cada vez que o personagem do jogador é nivelado-up. O dinheiro pode ser usado para comprar itens de vestuário, armas e carros, ou pode ser usado para atualizar as armas e os carros com características únicas, como a adição de escopos ou barris extra para uma arma, que são então armazenados no arsenal do jogador. Dinheiro também pode ser usado para atualizar a gang de Santos, personalizar sua aparência, roupas, e sede. O "Iniciação Station" sistema permite aos jogadores carregar suas criações personagem para The Third 's comunidade on-line e fazer download de outros jogadores criações para uso com suas salvar-jogo. Em O Terceiro, o jogador pode definir até quatro diferentes estilos de aparência para sua gangue. Finalmente, o dinheiro também é usado para compra de lojas e outras propriedades dentro Steelport, que por sua vez, irá tornar-se um fluxo estável de renda para o grupo ao longo do tempo.



Ao completar algumas missões, o jogador pode ser dada uma escolha de opções para finalizar a missão. Por exemplo, eles podem optar por destruir o barco de um gang rival, incluindo as prostitutas a bordo, ou em vez capturá-lo, e enviar as prostitutas para a sede do Santos para elevar o moral da turma. Em outro caso, o jogador tem a opção de usar uma bomba gigantesca para demolir um dos arranha-céus na cidade, embora eles vão ganhar um grande respeito pela acção, que irá alterar o horizonte da cidade para o resto do jogo e causar personagens não-jogadores para reagir de forma diferente para o Santos, deixando o pé de construção permite que seja usado como uma sede para o Santos. Novas Atividades foram introduzidas ao lado de muitos dos jogos anteriores de Saints Row.


Arsenal do jogador é apresentado como uma bússola pop-up através do qual as armas são equipados com o stick analógico . Armas novidade são introduzidos juntamente com o arsenal tradicional de revólveres e armas automáticas. Os jogadores irão ganhar a habilidade de invocar os ataques aéreos sobre os inimigos acampados, ou usar um bug elétrico para controlar veículos remotamente. Ao contrário dos dois primeiros jogos, não há itens de recuperação de saúde em favor da melhoria do sistema de granadas atirando; em troca, a saúde do jogador irá se regenerar mais rapidamente, desde que fique fora da linha de fogo.


Quase todas as ações no jogo pode ser acelerado mantendo um botão segundo controlador, apelidado pela Volition como o "botão awesome", por exemplo, quando carjacking, mantendo este botão fará com que o personagem do jogador para mísseis kick-o condutor para fora do assento na ordem curta. Além do modo single-player, o jogo pode ser jogado cooperativamente com outro jogador. Tal como em Saints Row 2, o segundo jogador pode participar de todas as missões e atividades, ganhando crédito para a sua conclusão. Certas atividades prevêem regras diferentes quando um segundo jogador está presente, por exemplo, na atividade Anjo da Guarda, o segundo jogador terá que controlar o tigre no banco de trás enquanto o primeiro jogador drives.Devido ao seu foco sobre o único jogador e cooperativo experiência Volition, retirou multiplayer competitivo a partir do título. 


Desenvolvimento 

O The Third foi idealizado no início de setembro de 2008, quando estava na fase inicial de produção . apresentação do investidor foi realizada pela THQ em fevereiro de 2009, onde sua linha para os próximos anos foi anunciado financeira. A apresentação anunciou que o terceiro foi projetado para liberar durante exercício de 2011. Em uma entrevista para a edição de dezembro de 2009 Game Informer revista, THQ vice-presidente Danny Bilson anunciou que The Third estréia na E3 2010 que iria manter o estilo over-the-top de seus antecessores.


Durante a E3 2010 , ele revelou que o jogo não iria estrear lá, mas em vez disso ser mostrado no Video Awards de Spike Jogo em dezembro. Ele também revelou que THQ planeja lançar um filme Saints Row, bem como de mercadorias diversas, como um . jogo de cartas colecionáveis e livros Na E3, a THQ anunciou Saints Row: Drive-By vez. Era para ser lançado no Nintendo 3DS e via PlayStation Network e Xbox Live como parte de uma estratégia de marketing para o terceiro. Durante a Spike Video Game Awards, Volition anunciou INSANE , uma colaboração com Guillermo del Toro, em vez de The Third. Foi oficialmente anunciado para Q4 2011 em 2 de março de 2011, em um comunicado de imprensa pela THQ. Em maio de 2011, THQ anunciou que The Third 's tie-in Saints Row: Drive-By tinha deixado de desenvolvimento e tinha sido cancelado. 


Quanto ao motor de jogo, representantes Volition tinha a dizer o seguinte: "No que diz respeito a considerações sobre Geo-Mod 2, temos essa pergunta muito compreensivelmente, e a resposta é sim, nós considerou Mas acabamos não entrando. nesse sentido por duas razões. Um, teria sido muito, muito difícil de fazer. Teria sido possível, mas difícil. Dois, eu acho que você poderia fazer o argumento de que entregar esse nível de destruição sem dúvida cria um jogo que é diferente para o que os fãs da franquia têm vindo a esperar ". Isso significa Saints Row: The Third não estará usando Geo-Mod de qualquer maneira possível. 




Pré-venda de Saints Row é um sucesso, jogo também terá edição limitada.


As pré-reservas de Saints Row: The Third estão a correr mais do que bem para a THQ, uma vez que a companhia já anunciou que estão a ser muito mais elevadas do que as registadas no jogo anterior da série.
Brian Farrel, patrão da THQ, disse aos investidores da companhia que as pré-reservas para este título duplicaram as conseguidas com Saints Row 2 no mesmo período de tempo.
"Acreditamos que em duas semanas ultrapassou o total de pré-reservas que teve Saints Row 2 e ainda estamos a quinze semanas do seu lançamento," disse Farrell.

Exclusividade no Playstation 3

Aqueles que comprarem a versão PS3 de Saints Row: The Third no final deste ano, irão contar com um modo de jogo exclusivo.
Para já ainda não se sabem mais detalhes, mas ao que tudo indica envolver uma arma única.
Saints Row: The Third vai ser lançado em novembro para PC, PS3 e Xbox 360.



Hulk Hogan em Saints Row: The Third


A THQ anunciou alguns nomes famosos que irão emprestar a sua voz a personagens de Saints Row: The Third.
Entre esses nomes está o lendário wrestler Hulk Hogan, que dará voz a Angel De LaMuerte, um wrestler profissional e líder do gang dos Luchadores.
Daniel Dae Kim (Hawaii Five-O), regressa para representar Johnny Gat, a nossa mão direita no jogo.
Sasha Grey emprestará as suas cordas vocais a Viola DeWynter, uma das famosas gémeas em Saints Row: The Third.



http://www.youtube.com/watch?v=eN2-WSyRuO0
http://www.youtube.com/watch?v=u5NqRZxVVc4
http://www.youtube.com/watch?v=dgcoDsqkt3A
http://www.youtube.com/watch?v=btQwBVBblvc

Tudo o que você precisa saber sobre Saints Row: The Third

http://www.youtube.com/watch?v=o73bUZMTE5M

Yoshi me perdoe


Yoshi, a culpa n foi minha ='/




Indicação: @mai_molinas 

O meu lado mais burro


Indicação: @mai_molinas =] 

Desprezo infinito



Merda, para que lado eu vou?!

Aprenda como roubar em Skyrim


UAHUSHuha eu ri, serio o.O

Se você é viciado vai rir


Póis é eu ri,... aushaushauhs que?! fico engraçado aushaushuah....

Análise: The Elder Scrolls V: Skyrim

Produtora: Bethesda Softworks
Distribuidora: Bethesda Softworks
Lançamento: 11 de Novembro de 2011
Modo online: Offline
Plataformas: Playstation 3, PC e Xbox 360






The Elder Scrolls V: Skyrim é um RPG lançado pela Bethesda Softworks, a mesma de Fallout. O jogo é mais um capítulo da franquia Elder Scrolls e se passa 200 anos após os eventos do último jogo, Elder Scrolls IV: Oblivion.

Como seus predecessores, Skyrim se destaca pelos cenários gigantescos. No entanto, o título conta com uma nova engine, capaz de entregar gráficos muito melhores do que os vistos em Oblivion e Fallout 3.

Em Skyrim, o jogador retorna ao mundo mítico de Tamriel para encontrar um cenário totalmente diferente de Oblivion. O Império está em decadência e as nações élficas estão retomando os territórios outrora dominados pelos humanos.

O trono está vago e sem um imperador para defender, os Blades (a fiel elite da guarda imperial) desaparecem um a um. Quando o rei de Skyrim é assassinado, a guerra civil é instaurada entre as raças do norte, concretizando o último evento de uma antiga profecia.

Como estava escrito nos Pergaminhos Antigos (Elder Scrolls), a guerra em Skyrim é o último passo para o retorno de Alduin, o deus dragão da destruição. Agora, você deve encarar seu destino como o último Dovahkiin (draconato), um caçador de dragões ungido pelos deuses para combater a ameaça de Alduin.

O título traz várias novidades, incluindo um sistema de combate revigorado, interface mais atraente e outros ajustes da jogabilidade que tornam o jogo ainda mais interessante do que seus predecessores.

Assuma o papel do último draconato para deter a ameaça de Alduin, veneno dos reis

Quando Oblivion foi lançado em 2006 a série The Elder Scrolls já tinha uma longa tradição de grandes jogos de RPG. Em tempo, a quarta edição da franquia superou todas as expectativas do público e crítica e se tornou a referência do gênero.

Agora, a Bethesda retorna a Tamriel para uma nova aventura épica. Anunciado oficialmente na Video Games Awards 2010, The Elder Scrolls V: Skyrim promete entrar forte na briga pelo título de melhor jogo do ano.

“Ó draconato”

Apesar de ambientado no mesmo universo de Oblivion, Skyrim não é uma continuação direta de Elder Scrolls IV. O jogo é apenas mais um capítulo da saga, na verdade a história se passa 200 anos após os eventos do jogo anterior.

Em Skyrim, o Império está em decadência. As nações élficas retomam territórios outrora dominados pelos humanos e sem um herdeiro o trono está vago. Sem um imperador para defender, os Blades vão desaparecendo em um mundo cada vez mais hostil e quando o rei de Skyrim é assassinado, a guerra civil é instaurada entre as raças do norte.

Como de costume na série, você começa como um prisioneiro que, eventualmente, descobre seu papel em uma trama muito maior. A guerra em Skyrim foi profetizada pelos Pergaminhos Antigos (Elder Scrolls) e trata-se do último evento antes do retorno de Alduin, o deus da destruição.

Na forma de um dragão gigantesco, Alduin retornará a Tamriel para devorar o mundo inteiro. Ao lado de Esbern (dublado por Max von Sydow) — o último dos Blades — você deve encarar seu destino como o último Dovahkiin (draconato), um caçador de dragões ungido pelos deuses para combater a ameaça de Alduin.

Maior e melhor


O grande trunfo da série Elder Scrolls sempre foi a sua liberdade de ação. Como um verdadeiro jogo de mundo aberto, os títulos da linha sempre permitiram que o jogador trilhasse o seu próprio caminho, conferindo um novo significado ao termo Role-Playing Game (jogo de interpretar) nos video games.

Em Oblivion, esta liberdade atingiu novos patamares só equiparados pela quantidade de bugs do jogo. Por sinal, é interessante observar como a majestade de alguns jogos não é ameaçada por erros tão gritantes. Porém, em Skyrim as coisas prometem ser ainda maiores e muito melhores.

As mudanças são evidentes, não apenas em relação a Oblivion, mas também em comparação a Fallout 3 e Fallout: New Vegas. As primeiras imagens mostram um jogo visualmente mais atraente do que seus predecessores e a grande responsável por isso é a nova engine gráfica da Bethesda.

A Creation Engine parece ser bem poderosa, principalmente por ser capaz de gerar imagens de objetos à distância. Segundo declarações do diretor criativo do estúdio, isso possibilita a criação de cenários ricos em detalhes. Vale lembrar que a ambientação de Skyrim é diferente de Oblivion, saem as florestas verdejantes e entram as montanhas nevadas.




Desta vez a empresa resolveu aprimorar os visuais, que já pareciam um tanto datados, apostando em efeitos mais realistas e modelos bem trabalhados. Além disso, a Creation Engine também deve render períodos de carregamento mais breves.

A Bethesda também revelou que o comportamento dos NPCs (os personagens não jogáveis) será semelhante ao que já existia em Oblivion. Mas calma, não se preocupe, isso se refere apenas à forma como eles transitarão pelo cenário e estarão em locais diferentes de acordo com a hora em que a ação é realizada.


Portanto, tudo indica que não teremos milhões de cidadãos falando “eis o herói de Kvatch”. A reestruturação da inteligência artificial do jogo renderá em um sistema mais “orgânico” e integrado com o andamento da campanha. Ou seja, em Skyrim os NPCs têm mais assunto.



Pela espada ou pela magia
Todd Howard, diretor de Skyrim, o sistema de combate também passou por várias melhorias. A grande novidade fica por conta da utilização das duas mãos, permitindo combinações de golpes muito mais variadas.


Anteriormente o jogador só podia utilizar uma mão durante o combate, mesmo quando empunhava armas simples, como adagas (Oblivion) ou pistolas (Fallout 3). No entanto, Todd Howard explica que o jogador poderá equipar armas e escudos, conjurar feitiços e utilizar outras habilidades em pares.


Esta dinâmica permite diferentes combinações de ataques e defesa. Além disso, o jogo também permitirá a utilização de atalhos nos controles e teclados, conferindo mais agilidade na troca de equipamentos e magias, facilitando assim a alternância entre estilos ofensivos ou defensivos.

Por sinal, a estrutura das magias não foi muito alterada, no entanto o número de escolas de magia foi reduzido — a categoria Misticismo foi abolida. Ao mesmo tempo, a franquia ganha um novo recurso, os “brados de dragão” — magias especiais que ativam bônus temporários quando conjuradas.


Brado de dragão
Os “Dragon Shouts” são uma espécie de evocação relâmpago que aumenta determinados atributos do personagem. Os “brados de dragão” são palavras em draconiano — a língua dos dragões — que, quando proferidas por um draconato, conferem poderes especiais por um tempo limitado.


Esta técnica necessita de um pequeno tempo de recarga, ou seja, uma vez ativada você deve esperar um período para poder reutilizá-la. Para aprender os “brados de dragão” você deverá explorar as masmorras nórdicas de Skyrim e encontrar inscrições em draconato escondidas nas paredes.



Sem classe
O sistema de classes foi reformulado. Agora o jogador não é mais obrigado a selecionar uma classe durante a criação do personagem. As classes restringiam o comportamento dos jogadores, que eram obrigados a se adaptar a um determinado estilo de personagem.


Agora, o processo é invertido e é o personagem que se adapta ao seu estilo de jogo. A mudança na estrutura das classes também apresenta um novo esquema de habilidades especiais (perks). As perks de Skyrim são parecidas com as de Fallout 3.


São mais de 280 perks, que são desbloqueadas ao longo da sua evolução. O personagem evolui até o nível 50, porém pode continuar aumentado suas habilidades indefinidamente. Como resultado, você encontrará um sistema de evolução muito mais ágil, como em Fallout 3.

Os pergaminhos antigos nunca foram tão novos

Esta é a primeira vez que um jogo da franquia Elder Scrolls não é para um novo console. E aproveitando que ainda há muito poderio gráfico e técnico para ser explorado nessa sétima geração, o vindouro game explora novos gráficos, uma recém criada jogabilidade, a esperada nova engine, além da nova inteligência artificial.

O jogo se passa duzentos anos depois de Oblivion, em meio a uma guerra civil que ocorre entre os Nords, que pretendem a cisão do império. Como se não fosse confusão suficiente, o rei de Skyrim é brutalmente assassinato. Essa guerra é o último de uma série de eventos descritos pelos temidos Pergaminhos Antigos (Elder Scrolls), que também previram o retorno de um antigo deus nórdico da destruição, Alduin. Desta vez, a divindade toma a forma de um dragão e é acompanhada por um grupo de dragões negros, conhecidos como Jills.





O jogador assume o papel do caçador de dragões, Dovahkiin, o último “Dragonborn”. Ele é apontado pelos deuses como quem irá derrotar Alduin e os Jills, e proteger Skyrim and Tamriel. Cada uma das dez raças existentes em Elder Scrolls possui habilidades específicas diferentes, exceto pela maneira de correr, que agora não está mais presente.


Forma de combate: você poderá jogar com o que quer que coloque em suas mãos. Além das usuais bordoadas, machadadas, magias e as demais armas comuns aos RPGs, pode-se colocar uma espada em uma mão e um feitiço em outra, combinando livremente os ataques.

Cada jogador assume a classe que quiser, conforme os atributos que preferir. Isso quer dizer que não se escolhe se vai ser arqueiro ou paladino logo no começo do jogo. Somando com as habilidades de luta e feitiços, existem as dragon shout habilities – no antigo Elder Scrolls, Lore, os Nords possuíam uma poderosa habilidade de gritar.

Quando os dragões estão falando, eles utilizam línguas “dragoníneas” (ou “dragonianas”, como preferir), e o jogador também poderá aprender essas palavras de poder, e colocá-las juntas, usando como um poderoso grito ― mesmo contra os dragões. É realmente um poder diferente e muito legal.


Quanto às incríveis lutas contra os grandes chefes, quando você os derrotar, absorverá suas respectivas almas, uma vez que você é Dragonborn (nascido de dragões) — lembrando a relação que existia nas batalhas com os Big Daddies (em BioShock) ou com os Hellacopters (em Half-Life 2), só que grandemente mais assustadores. A dificuldade dos inimigos e das áreas está bem balanceada. Como nos anteriores, haverá lugares normais, fáceis, difíceis e os que exigirão muita perspicácia.


Quando um jogador passa de nível, ele ganha regalias, além dos famosos pontos que podem ser distribuídos entre os atributos que preferir. Existem ao todo 18 habilidades, que são aumentadas com o próprio uso de cada uma, até que atinjam pontuação para a passagem de nível. Para cada uma das skills existe uma árvore, bem na linha de Fallout 3, que você vai desbloqueando uma de cada vez.


Um exemplo das regalias em habilidades com armas de uma mão só, é se especializar no uso de machados, fazendo com que quando um alvo seja atingido ele fique sangrando (bleeding), ou em lanças, que perfuram armaduras, ou quem sabe, em espadas que forçam danos críticos.

A jogabilidade é para ser a mesma nas três plataformas, mas visualmente não haverá muita mudança. A definição gráfica de todos os consoles dessa geração é muito alta, o que facilita a padronização dos gráficos. Porém, o PC poderá apresentar uma resolução um pouco mais alta e texturas melhores, além de algumas telas na interface principal com designs diferentes.

Aproveitando bases sólidas
A QuakeCon, que terminou ontem na cidade americana de Dallas, foi a ocasião escolhida pela Bethesda para dar ao público o primeiro olhar sobre The Elder Scrolls V: Skyrim. O RPG de mundo aberto da empresa já havia impressionado o mundo com os gráficos de cair o queixo da versão anterior e, agora, chega com a missão de polir as (poucas) arestas deixadas em Oblivion.


A versão disponível no evento permitia que os jogadores criassem um personagem e jogassem um trecho inicial do título. Após escolher uma das diversas raças disponíveis, o jogador segue para uma tela onde pode selecionar as características faciais e corporais do avatar, além de pinturas de guerra e vestimentas que podem ser utilizadas para transformar a personalidade do protagonista em indicações visuais.


Após as configurações iniciais, o jogador já está livre para seguir por onde quiser. Em The Elder Scrolls V: Skyrim, a linearidade é deixada de lado em prol da exploração. Como no game anterior, é possível realizar as missões na ordem em que o usuário desejar e agir com os NPCs a bel prazer. Tudo, claro, pode ter uma consequência direta na jogabilidade em si.




Isso não significa, porém, que Skyrim não tenha uma trama. Pelo contrário, o game coloca o jogador na pele do último caçador de dragão vivo, que deve combater a ameaça de Alduin, o deus da espécie e representante da destruição. O mundo está em guerra e tudo está seguindo de acordo com uma antiga profecia. Ao usuário, então, cabe mudar o destino do mundo ou falhar e descobrir, da pior forma possível, que a previsão era verdadeira.


Os primeiros passos de uma grande jornada
As mudanças na interface são uma das primeiras diferenças perceptíveis entre Skyrim e seu antecessor. Apesar de ainda contar com menus para seleção de armas e itens de defesa, a utilização desses artigos foi facilitada por meio de um sistema de favoritos. Sendo assim, é possível escolher alguns deles para acesso rápido durante as batalhas, e acessar o inventário somente quando ajustes mais refinados forem necessários.


Itens especiais e encantamentos também podem ser encontrados pelos cenários, tanto abandonados por aí ou no poder de outros personagens, que podem vender os objetos ou simplesmente se recusar a entregá-los para o jogador. Ao usuário, cabe escolher como ser persuasivo, seja com as palavras ou com a espada.


Algumas vezes, o jogador precisa descobrir as propriedades dos itens encontrados por meio da tentativa e erro. Para fazer isso, é preciso criar combinações ou, caso os nervos do usuário sejam de aço, comer os elementos, torcendo para que a ação seja benéfica. A utilização dos artigos garante novas informações que devem auxiliar durante a aventura.



Explorar o mundo, conhecer novos itens e combater inimigos também garante pontos de experiência que, como em qualquer RPG, servem para evoluir o personagem. A cada nível alcançado, o jogador pode equipar seu personagem com habilidades especiais, selecionadas de uma gigantesca nuvem de combinações possíveis. Aqui, há oportunidades para todos e a garantia de que uma aventura dificilmente será igual à seguinte.

A demonstração disponível na QuakeCon 2011 foi curta, mas serviu para deixar a imprensa especializada e os fãs ainda mais ansiosos pelo novo game da Bethesda.



Faça o que quiser, quando você quiser e onde você quiser
Sessenta e oito meses. Esse é o intervalo entre o lançamento de The Elder Scrolls IV: Oblivion e a chegada de seu vindouro sucessor The Elder Scrolls V: Skyrim e é o tempo que os jogadores fãs da série e os mais aficionados estão contando os dias para acabar. A menos de um mês do quinto título da franquia dos pergaminhos antigos atingir as lojas em todo o mundo, está na hora de saber um pouco mais sobre os últimos detalhes da produção desse incrível game da Bethesda Softworks.




Fale-me sobre dragões
Pete Hines, vice-presidente da Bethesda e responsável direto pelo marketing do jogo, liberou várias informações interessantes sobre Skyrim em uma entrevista ao site Gamespot. A prerrogativa inicial de todo o jogo é “faça o que quiser, aonde quiser e quando quiser”, desde completar tarefas que envolvam matar dragões até explorar o vasto e belo mundo do game.

Os acontecimentos se passam na província de Skyrim, local em que os gamers encarnam o último Dragonborn. Este é quem, segundo a profecia, voltaria para libertar e salvar o mundo do retorno dos dragões.


Cada luta contra os enormes bichos foi desenhada para simular uma batalha contra um chefe. Se por um lado a dificuldade será elevada, a recompensa prevista também é. O grande benefício de se matar um dragão é que você pode absorver a alma dele, possibilitando aos jogadores habilitar os gritos de dragão (Dragon Shouts), que são as “palavras de poder”na própria língua “dragoniana”.
Segundo Hines, quando você um dragão cuspindo fogo, na realidade você o está vendo pronunciando essas poderosas palavras. Dessa forma, os personagens também podem aprender esse “vocabulário” e realizar esses arrasadores ataques.

Lágrimas de dragão
“Em geral, dragões são a mais pura maldade”, diz Pete. Em Skyrim, porém, há algumas poucas exceções a esse fato— só que infelizmente Hines não se permitiu dar mais informações sobre o assunto. Espera-se que haja interação com os monstros, de modo a poder fazê-los aliados...


Mesmo assim, o VP da Bethesda enfatizou que os bichões são criaturas maquiavélicas que vão matar você e todos os seus amigos na menor chance que tiverem. Se não houver certeza, Hines enfatiza: “a ordem é matar os dragões”!


Sem tarefas fáceis
Há três principais facções presentes em The Elder Scrolls V: Skyrim que são: os guerreiros, os magos e os ladrões. Entretanto, ainda há uma quarta guilda que já é conhecida dos fãs de Oblivion, que é a chamada Irmandade Negra (Dark Brotherhood), composta pelos assassinos mais sombrios. O que a equipe de criação do jogo pretende é que as classes não sejam ponto culminante para desfrutar das possibilidades do game. “Elas (as classes) funcionam mais como uma espécie de ‘sabor’ para escolher”, salienta Hines.

Mudanças dinâmicas
O ponto mais curioso de The Elder Scrolls V: Skyrim serão as mudanças dinâmicas das mesmas partes da jogabilidade, que permitirão a vários gamers ter experiências distintas mesmo vivenciando a aventuras nos mesmos lugares. Por exemplo, um jogador está andando por um caminho para chegar até uma determinada “dungeon”. Durante o percurso, ele passa por uns arbustos dos quais saltam inimigos que o atacam abruptamente e o matam.


Digamos que você recarregue o jogo e resolva voltar pelo mesmo trajeto, passando pela mesma vegetação ingrata. Só que dessa vez pode ser que haja um novo item ou apenas um cara caçando algum animal selvagem. Assim, quando as pessoas conversarem sobre o que fizeram em suas experiências com o game, certamente terão vivenciado experiências únicas.


Magias e cozinha
Para alegria ou tristeza dos fãs da série, não há mais os sistemas de partição de habilidades. As chamadas “habilidades menores” e as “habilidades maiores” deixam de existir para dar lugar a uma forma muito menos complexa de evolução de personagem. Agora, as técnicas evoluem conforme são usadas.


Outra curiosidade é que os jogadores podem cozinhar a própria comida. Será possível matar alguns animais e cozinhá-los virtualmente para conseguir restaurar atributos como estamina ou a vida.



Vai jogar no Pc ?
A lista — divulgada no Twitter pelo vice-presidente da companhia, Pete Hines — deve ganhar a companhia de informações sobre as versões dos consoles em breve, de acordo com Hines, no blog oficial da companhia.
Enquanto isso, as especificações divulgadas pela companhia são as seguintes:

Configurações mínimas:
Sistema operacional: Windows XP/7/Vista (32 ou 64 bit)
CPU: Dual Core 2Ghz
2GB de memória RAM
Placa de vídeo DirectX9c 512MB RAM

Configurações recomendadas:
Sistema operacional Win XP/7
CPU: Quad-Core Intel/AMD
4GB de memória RAM
6GB de espaço livre no disco rígido
Placa de som compatível com DirectX
Placa de vídeo DirectX9 1GB RAM, GTX 260/Radeon 4890 ou superior

Ediçao de colecionador
Bethesda divulgou na Quakecon este ano os detalhes da edição de colecionador do jogo. Com custo de US$ 150, a edição virá com um mapa da província de Skyrim (com indicações de áreas importantes do jogo), um artbook com 200 páginas, um DVD com o making-of do desenvolvimento e uma estátua de um dragão, com 30 centímetros de altura.