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quarta-feira, 16 de maio de 2012
Ghost Recon: Future Soldier
O game da Ubisoft chega ao Brasil legendado em português no dia 1º de Junho. "Ghost Recon: Future Soldier" está em pré-venda apenas para Xbox e Playstation 3 por R$149,90. Para PC o jogo custará R$ 89,90.
Um jogo de guerra com armas futuristas que possui modo solo e cooperativo.
Fonte: http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2012/05/16/por-r-150-ghost-recon-future-soldier-chega-ao-brasil-em-1-de-junho.htm
Site oficial: http://ghost-recon.ubi.com/gr-portal/en-gb/home/index.aspx
domingo, 13 de maio de 2012
The Walking Dead - Game
O jogo de "The Walking Dead", disponível para Xbox 360, PC e PS3, é baseado na HQ de Robert Kirkman. A história do jogo complementa a série de TV e a HQ, focando-se nas relações humanas. O jogo promete muita tensão, terror e sangue; representando o clima de pós-apocalipse zumbi.
Mais informações, vídeos e imagens: http://jogos.uol.com.br/pc/fichas/the-walking-dead.htm
quarta-feira, 4 de abril de 2012
[Análise] I Am Alive
Desenvolvedora: Ubisoft
Distribuidora: Ubisoft
Lançamento: 4 de abril 2012
Players: 1 Jogador
Quando I Am Alive foi anunciado na conferência da Ubisoft, realizada na Electronic Entertainment Expo (E3) de 2008, pouquíssimos detalhes vieram à tona. Apenas um vídeo foi demonstrado, mas já era possível notar que estávamos presenciando um jogo promissor. Felizmente, novas informações foram reveladas e as expectativas se tornaram ainda maiores.
Basicamente, a trama de I Am Alive envolve os acontecimentos de uma Chicago devastada por um terrível terremoto. Você encarna Adam Collins, um cidadão comum que sobreviveu à destruição e busca encontrar sua namorada e outros sobreviventes para obter atenção das forças do governo.
Tudo que se tem a fazer é sobreviver em meio ao caos. Para isso, você terá de ser cauteloso, pois os itens são escassos. Até mesmo garrafas d’água são difíceis de serem encontradas, mas contam com diversas utilidades e são extremamente valiosas. Com elas, você pode curar Adam ou utilizá-las para distrair seus inimigos.
As armas também não serão encontradas com freqüência, assim como munições. Ao empunhar uma espingarda vazia de um policial, por exemplo, uma boa alternativa é utilizá-la para ameaçar seus oponentes através de diversas táticas.
Um dos maiores diferenciais em relação aos demais jogos de sobrevivência é a perspectiva de I Am Alive. Em vez da perspectiva em terceira pessoa, o game se apresenta em primeira para que o jogador encare a Mãe Natureza de maneira mais realista.
Uma aventura mortal totalmente baseada em decisões difíceis
Depois de quase três anos de silêncio, a Ubisoft e a Darkworks resolveram se manifestar sobre sua vindoura criação que fora outrora anunciada na E3 2008. Estamos falando sobre o misterioso I Am Alive, que colocaria os jogadores por trás da persona de Adam Collins em uma metrópole desértica, toda em ruínas.
Antes de mais nada, esclarecendo o que já havia sido dito, o nome Adam Collins é uma mentira. O título levará o jogador a experienciar as aventuras de um homem sem uma denominação específica. O enredo é todo sobre a incessante procura desta pessoa por sua família, dentro de um mundo que passou por um acontecimento apocalíptico que mudou todo o rumo da existência humana, cujo produtor do game chama de “o evento”.
I Am Alive parece misturar um pouco de Prince of Persia e Tomb Raider com os saudosos saltos do desbravador de Pitfall.
Difícil de classificar
Aurelien Palasse, produtor da Ubisoft Shanghai, deu uma larga entrevista ao site Gamespot na qual ele descreve o game como um vindouro “triple-A”, que se aproxima muito do gênero survival horror. Porém, o estilo de sobrevivência do jogo não se trata de simplesmente sair atirando em zumbi ou em qualquer outra coisa que se mova, mas sim de realmente sobreviver às adversidades propostas no decorrer do enredo.
Basicamente, o protagonista tem uma quantidade limitada de força, estamina e resistência, pois ele não é nenhum tipo de super-herói. Isso quer dizer que o rapaz não pode simplesmente sair fazendo o que ele bem entender e, principalmente, deve tomar muito cuidado com as quedas e suas aventuras em ambientes hostis.
Não há metralhadoras gigantes, escopetas super possantes, balas perdidas ou munição escondida dentro de vasos de flores, nem bazucas no armário da sala dos professores de uma escola. I Am Alive fala sobre a vida normal, só que com muito mais ação, uma vez que se trata de um jogo de video game.
Blefes intimidadores
O game conta com um sistema de intimidação e blefe. O fato de os recursos serem extremamente escassos torna as lutas e batalhas desnecessárias praticamente impossíveis de serem travadas. O que pode ser feito, ao invés de lutar sempre, é tentar intimidar os adversários com armas que nem sempre estão carregadas, mentiras e blefes.
Por exemplo, se em uma determinada circunstância o personagem central, que porta apenas uma bala no seu revolver, encontrar-se cercado por malfeitores querendo tomar algo que ele possui, mesmo sem saber se o que os algozes querem, é possível atirar para o alto como um sinal de intimidação. Essa ação, quem sabe, vai deixar os adversários desorientados e mais fáceis de serem atingidos com o arco e flecha.
Decisões árduas, escolhas difíceis
O enredo principal do título é afetado de acordo com as escolhas que os gamers tomam no lugar do personagem principal do jogo. Há pessoas que podem ser salvas ou não, há parcerias que podem ser feitas ou inimigos que são criados.
As decisões são baseadas em questões muito difíceis como, por exemplo, usar os poucos recursos para salvar algumas pessoas necessitadas, o que pode lhe render alguma recompensa ou uma vida extra. Só que por outro lado, você não poderá usar o que cedeu a outrem em você mesmo em alguma outra situação distinta.
Muito já foi falado de I Am Alive. O survival, que traz várias inovações aos games apocalípticos, mostrou muito, ao mesmo tempo em que não revelou quase nada, deixando constantes incógnitas sobre a experiência que ele vai oferecer.
Agora, um novo trailer da aventura foi lançado, revelando mais sobre o sistema de escalada, ainda que em doses homeopáticas. Confira o que o Baixaki Jogos achou logo abaixo.
Liberdade total, mas nem tanto
Nada é mais frustrante do que estar em um game de mundo aberto e dar de cara com áreas completamente inalcançáveis para seu personagem. Por sorte, parece que isso não deve acontecer com frequência em I Am Alive.
Basta ver o trailer inteiro observando os cenários ao fundo para entender. Áreas que você tinha apenas visto como um enfeite ao longe, por exemplo, se revelam acessíveis com o prosseguir do vídeo.
Tente encontrar todos os nove canos vermelhos na imagem.
Uma pena que, pelo que parece, a odiada “visão de cal”, famosa no primeiro título da série Uncharted, também faz sua participação aqui; se quiser saber onde é possível se segurar, é só procurar pelos pontos vermelhos. Para um game que parece presar tanto pela sensação realista, isso pode se tornar um grande problema, já que tira muito da sensação de liberdade das mãos do jogador.
Faltou polimento
Uma vez que boa parte das informações é despejada com rapidez, o trailer pode deixar qualquer um boquiaberto com seus cenários. Mas é só prestar atenção nos detalhes para perceber que, pelo visto, I Am Alive ainda está longe de ser tão bonito quanto gostaríamos.
A colisão e movimentação de Adam, por exemplo, precisam de muito polimento. A imagem acima é um exemplo claro: se você prestar atenção, vai perceber que ele mal está tocando a superfície do trem em que está andando. Além disso, não é um tanto estranho alguém estar andando em um lugar desses com a mesma postura com que caminharia em um parque?
As estranhezas não param por aí. Pouco depois, vemos o protagonista pendurado na estrutura de um caminhão tombado. Enquanto se balança para avançar entre as barras de ferro, Adam mostra uma postura ainda mais bizarra, como se a parte inferior do corpo dele estivesse simplesmente congelada. Por fim, os feixes de luz podem parecer bonitos, mas estão em ângulos impossíveis.
Mas nada supera a cena em que o personagem desce pela lateral de um prédio caído. A forma como ele se move dá a impressão de que ele está na verdade deslizando por um enorme tobogã, já que as paredes parecem não ter efeito nenhum sobre sua movimentação.
Isso deixa a pergunta: se em quase todas as cenas do trailer era possível ver algum problema, será que não vai ser o mesmo com o jogo inteiro?
O sistema de combate será diferente do usual: além do combate normal com armas, arco e flecha e outros, você deve intimar seu inimigo como, por exemplo, pegar uma arma sem balas e convencê-lo de que está armada.
Em entrevista ao site GameSpot, Aurelien Palasse da Ubisoft Shanghai, alguns detalhes de I Am Alive foram revelados.
É dito que é difícil descrever o game, pois ele não é parecido com nada disponível no mercado. O gênero poderia ser descrito como "Survival Horror" mas sem zumbis. Você precisa sobreviver, cuidar dos seus mantimentos, cuidar das balas e forças. Você não é um super-herói.
Como já explicado, existirá o "Bluffing Intimidation System", que serve para intimidar os inimigos com sua arma mesmo se você não tem balas. Com isso, você pode conseguir que eles desistam de roubar sua água.
O jogo possui várias escolhas a serem feitas. Há momentos que você deve escolher se deve dar seu único med-kit para uma pessoa que está machucada ou quando está com uma arma com apenas uma bala: decida-se se deseja abrir uma porta com ela ou não abra e tenha munição para se defender.
I Am Alive é o jogo adulto que eu queria
Os tiroteios desenfreados tão comuns nos games são substituídos pela tensão de estar desarmado em terreno hostil. Você pode blefar, pode tentar fugir, pode gastar o único tiro que tem. É esse tipo de experiência que você vai encontrar em I Am Alive.
Você já fez um personagem de videogame ter medo de você? Já imaginou como seria isso? Não falo do medo que os fantasmas de Pac-Man sentem quando você come a pílula de poder. Pense em um jogo de aparência realista, em uma cidade destruída por um terremoto. Pense nos moradores daquela cidade, os homens que vão ameaçar você.
E pense também que você pode virar o jogo. Você pode fazê-los ter medo de você. Eles vão se aproximar, de cara fechada, ameaçando você a sair de lá. Levante sua arma. Faça eles terem medo. Eles nem precisam saber que sua arma não tem nenhuma bala. Esse é o meu tipo de jogo.
Cansei de fuzilar centenas soldados nos jogos. E eu estou tendo dificuldade em considerar qualquer jogo de ação como algo próximo a uma experiência madura neste meio ocasionalmente infantil. Eu sou, portanto, o público-alvo perfeito de I Am Alive, o jogo de sobrevivência da Ubisoft Shanghai.
Você é um cara que está voltando para uma cidade que foi destruída por alguma razão desconhecida. Você desempenha seu papel como um acrobata sobrevivente, escalando através de uma ponte semi-destruída, usando habilidades de uma Lara Croft ou um Nathan Drake para se pendurar de bordas e saltar sobre abismos sem morrer. Seus limites são uma limitada barra de stamina e de fome. Você pode comer ou beber água para se recuperar.
Você gasta os primeiros capítulos fazendo coisas que você esperaria fazer num cenário pós-apocalíptico, como vagar pelas ruas – em sua maioria, desoladas. Você ouve pessoas apanhando. Uma velha senhora grita de sua varanda, falando para você não se aproximar. Alguns caras surgem e começam a te provocar.
Quando eles se aproximam, não começam simplesmente a atirar, que é o que geralmente acontece em um jogo. E você não pode simplesmente começar a atirar de volta porque, na mais de uma hora em que eu consegui completar os primeiros 11% do jogo, eu nunca tive mais do que uma bala. Geralmente eu não tinha nenhuma. Você pode levantar a sua arma. Isso fará com que alguns caras se acovardem ou se rendam. Alguns ainda vão continuar se aproximando (você pode esfaqueá-los). Outros não se importam com as ameaças e atiram com suas próprias armas. Basicamente, os criadores do jogo programaram grosseiramente diferentes níveis de coragem para os inimigos. E deram ao jogador a capacidade de intimidar e blefar. Isso é algo mais sutil do que costumamos ver em videogames. Eu gosto disso.
Em uma parte no início de I Am Alive, eu estava no quarto andar de um shopping center, em sua maioria, abandonado. Ouvi um homem tossir abaixo de mim. Ele tinha uma tosse horrível, e eu queria ajudá-lo. Por alguns minutos, eu não conseguia nem descobrir como chegar até ele. Então eu consegui. Desci até o andar onde ele estava preso. Ele precisava de um inalador, mas eu não tinha um. Eu queria encontrar um, e aqui temos o que um jogo maduro deve ser – ou pelo menos o que um jogo que motiva você tocando em verdadeiras emoções humanas deve ser. O homem é apenas um monte de luzes na minha TV. Sua tosse é apenas um efeito sonoro. Mas eu estava interessado nele. O jogo me pegou.
Acho que I Am Alive é um jogo sobre escaladas e caminhadas através de tempestades de poeira e aprendendo a desarmar e assustar seus adversários. É um jogo sobre a tentativa de encontrar sua filha e sobreviver.
É o tipo de jogo que eu quero jogar. Fico feliz em saber que, depois de um ciclo de desenvolvimento um pouco complicado, vou pode jogar em breve.
Um telecurso rápido de sobrevivência em I Am Alive
Aqui seus maiores inimigos são os seres humanos. Aprenda a lidar com eles como você puder – nem que seja com uma arma sem balas.
O trailer “Encounters”, de I Am Alive, da Ubisoft, mostra o que parece ser o protagonista dando conselhos de vida nesse mundo cão. As pessoas são as coisas mais perigosas que você vai encontrar nesse mundo, e há vários maneiras de lidar com elas.
Em I Am Alive vale mais usar seu cérebro do que seus músculos, já que até uma arma sem balas serve para intimidar três sujeitos com facões. O arco e flecha é uma alternativa silenciosa e mortal com munição reciclável. Apesar de ser meio difícil blefar se você não tiver o que atirar. “Mano… você tá sem flecha”.
Aprendendo a sobreviver com as fitas de I Am Alive
O mundo de I Am Alive, o novo jogo de sobrevivência da Ubisoft, não é fácil. Aqui está, portanto, mais uma lição em vídeo para que você aguente firme quando o Apocalipse chegar.
O novo jogo de aventura/sobrevivência da Ubisoft Shanghai, I Am Alive, parece realmente impressionante. Quanto o vi pessoalmente, há alguns, meses, fiquei impressionado com como ele me lembrava o filme A Estrada.
O vídeo acima ensina os aspectos básicos da sobrevivência no jogo. Escalar é vital, mas também é importante prestar bastante atenção na sua barra de resistência.
A Ubisoft anunciou que I Am Alive será lançado no dia 3 de abril na PlayStation Store norte-americana, logo após ter anunciado que o jogo chegará no dia 4 de abril na Europa.
Um preço não foi divulgado, mas vale ressaltar que o jogo custou 15 dólares quando foi lançado na XBLA.
Veja as notas dos reviews que I Am Alive vem recebendo
Guardian – 5/5
MondoBox (Italy) – 8.7
Game Informer – 8.5
Destructoid – 8.5
Eurogamer – 8
IGN – 4.5
GameSpot – 8.5 (video)
GameSpot – 8 (written)
Spong – 7
Fontes: ps3brasil.com / baixakijogos.com.br / kotaku.com.br / gamingeverything.com / youtube.com.br /gamekyo.com / vga247.com
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Análise: Batman: Arkham City
Batman Arkham City é o sucessor do célebre jogo Batman Arkham Asylum. Em vez de concentrar a experiência de jogo dentro dos muros do clássico asilo de super vilões, Arkham City toma como palco uma extensa área de Gotham City, onde é completamente tomada pelo caos e destruição. Novos vilões e heróis estarão presentes como a Mulher Gato, Mr. Freeze, Pingüim, Dead Shot e o Duas-Caras.
Esse novo jogo se baseia na intensa atmosfera do alicerce de Batman: Arkham Asylum e envia os jogadores voando pela extensa Arkham City – cinco vezes maior do que o mundo do game em Batman: Arkham Asylum – o novo “lar” de segurança máxima para todos os bandidos, gangsters e insanas mentes criminosas dessa temível cidade. O game permite aos jogadores experimentar genuinamente a sensação de ser o Cavaleiro das Trevas fornecendo a justiça nas ruas de Gotham City.
Além da aventura principal, o jogo oferece diversas missões paralelas envolvendo personagens-chave, quebra-cabeças, elementos de estratégia e uma grande variedade de inimigos. A atmosfera do game promete ser ainda mais sombria que a do jogo anterior.
Após tomar sua derrota do Coringa no primeiro jogo, o diretor de Arkham, Quincy Sharp, resolveu elevar a novos patamares os seus planos para a recuperação dos piores criminosos de Gotham. Para tanto, o megalômano diretor comprou toda a parte pobre da cidade, a fim de transformar toda a área em um enorme hospício. Dessa forma, é transportada para a recém-criada Arkham City uma grande quantidade de criminosos, sendo que o único mandamento é: não tentem escapar; risível, naturalmente.
Para fiscalizar o município novo, Sharp vai atrás de Hugo Strange, psiquiatra maníaco e também um dos primeiros vilões do Homem-Morcego — e que parece ter seus próprios planos para o futuro do local. Mas a coisa realmente começa a ficar ruim quando o famigerado Duas-Caras, em uma tentativa de ganhar status junto aos delinquentes de Arkham City (e também junto aos de fora), desenvolve um plano para assassinar publicamente a Mulher-Gato.
Portanto, é chegado o momento de o Homem-Morcego intervir novamente com o auxilio de novos gadgets para o seu cinto de utilidades – entre eles, um detector de sinais de transmissão, uma bomba de fumaça e missões paralelas com novos inimigos., seja para preservar a paz no que restou de Gotham, ou para proteger seu antigo e inadmitido affair.
Arkham City não é um mundo aberto como Liberty City, visto que você não pode entrar em cada prédio, mas como pode explorar, vai achar que está impedido de descobrir alguns dos 400 enigmas do Charada. É possivel desbloquear as missões do jogo, mas é necessario vasculhar cantos e recantos para encontrar vítimas de assassinos cruéis e presos políticos em perigo.
O melhor, na verdade, é a atmosfera, a sensação fantástica de estar realmente se movendo na parte imortal de Gotham City que é governada por bandidos, assassinos e psicopatas e que é tão opressivo em sua descrição em palavras, como no que ela oferece enquanto você alcança incriveis voos em meio aos predios dessa magnifica cidade.
New Game Plus é uma das novidades do jogo, o qual garante mais inúmeras horas ao jogador desse excelente game do morcego. Esse novo modo provavelmente irá levar o jogador imediatamente para um playthrough mais desafiador, equipado com toda a sua tecnologia a partir da primeira execução.
Os challenges estão de volta com vários mapas visando objetivos como no game anterior, mas desta vez com um nível maior de dificuldade no que diz respeito a derrotar ondas de inimigos na pancadaria ou simplesmente ao velho modo sorrateiro e eficaz de Batman
A jogabilidade foi melhorada, sendo assim havendo a possibilidade de realizar mais combos durantes as lutas, pois há uma grande diversidade nos ataques. O famoso modo de combate FreeFlow do game recebeu várias expansões e melhorias dignas de um grandioso game, incluindo um aumento na contagem de inimigos que pode fazer com que duelos comuns, pareçam verdadeiros combates entre gangues. A jogabilidade centrada em ações "stealth" é um componente essencial para o sucesso de “Arkham City”, e é representada de modo incrivelmente satisfatório. Inimigos inteligentes caçam Batman cruelmente à medida que ele se esconde pelo cenário em alguns dos momentos mais desafiadores do jogo, e seu Modo Detetive – agora se assemelhando a uma camada de “realidade aumentada”, tornando-o mais prático, já que é implementado de forma muito útil e necessária.
O mapa de Arkham City será constantemente atualizado com novas missões paralelas para explorar, cada um com uma explicação específica da tarefa em mãos, você deve escolher a defini-lo como ponto de passagem e embarcar na missão. Ao completar estas missões, você será capaz de gastar seus pontos ganhos em modificações nos equipamentos do herói.
A habilidade de organizar e utilizar rapidamente vários acessórios de Batman adiciona uma camada extra a isso – incluindo as generosas lutas de chefes do game, que podem exigir muitos apertões dos botões. O Homem-Morcego realmente tem brinquedos incríveis, como os mais do que úteis batarangs, bombas de fumaça, Batclaw, gel explosiv, Remote Electrical Charge e o Freeze Blast, que criam oportunidades inspiradas para interagir com o ambiente. Um pacote de novos inimigos, formas de derrotá-los e upgrades criados pela Wayne Tech, adicionam ainda mais elementos ao já rico sistema de combate do game, e “limpar” uma sala de vilões com um combo longo e direto ainda parece um feito impressionante.
A modelagem de personagens é simplesmente admirável. Um dos pontos fortes da parte tecnica do jogo. Os cenário de Gotham City estão muito bem reproduzidos no jogo, passando todo o clima e atmosfera pesados que o jogo exige. Há tambem um impressionante desempenho das animações em tempo impecável somando positivamente a velocidade do tempo de carregamento e a força da taxa de quadros por segundo.
A trilha sonora é fantástica, ajudando a criar uma grande atmosfera que permeia o jogo, além de contar com otimos efeitos sonoros, fazendo uma grande junção a um grupo facilmente reconhecível de atores que fazem um incrivel trabalho. Nem todas as vozes estão no mesmo nivel de qualidade, pois existem problemas de sincronização ocasional, mas também devemos observar que existem picos de qualidade tão importantes quanto a voz de Bruce Wayne, interpretada pelo ator Kevin Conroy.
Uma novidade neste jogo será a “fama” que o Batman terá. Caso você esteja tendo um bom desempenho durante as lutas, os inimigos terão medo de você. Em alguns casos eles chegam até a correr. Porém, se você estiver apanhando muito, eles irão zombar do homem-morcego
Para a divulgação do segundo game do morcegão a Mattel e DC irão lançar os bonecos articulados de Arkham City. Abaixo vejam os bonecos fielmente reproduzidos como no game que será lançado no dia 18 de outubro (ou já foi no caso rsrs):
Além do visual de Batman do Futuro, também estão disponíveis outros visuais em pré-vendas: Batman dos anos 1970, Batman - O Cavaleiro das Trevas, Batman - A Série Animada e Batman: Earth One.
Da esquerda para a direita: Batman Beyond (futuro), Batman – O Cavaleiro das trevas, Batman: Eath one, Batman dos anos 70, Batman – A série animada e a versão de Arkham City
Diferentemente de outros super-heróis, Batman não tem nenhum poder sobre-humano, usando apenas o intelecto, habilidades investigatórias, tecnologia, dinheiro e um físico bem-preparado em sua guerra contra o crime que continua agora em Gotham City, após seu ultimo encontro com Coringa em Arkham Asylum.
A personagem Mulher Gato (Catwoman) é jogável. Dax Ginn, o gerente de marketing da Rocksteady Studios disse que essa escolha foi tomada para que o jogador dê um descanso ao Homem Morcego na defesa de Gotham e possa experimentar um pouco do lado sombrio do jogo.
A vilã (ou anti heroína) tem um design próprio totalmente independente de Batman, com movimentos, sistema de combate, itens e funções totalmente personalizados. Além disso, o jogador também poderá aumentar suas habilidades assim como já vimos em Arkham Asylum.
Estas missões secundárias – algumas obrigatórias para a história – exigem que a personagem cometa roubos pela cidade-prisão. Mais especificamente, itens que pertenceram a outros presos do asilo, agora em poder do vilão principal do jogo, Hugo Strange. Com suas garras e chicote, ela deve explorar os becos escuros, mas apresenta uma movimentação muito mais rápida e fluida que a do Batman, prezando a agilidade de movimentos sucessivos.
É necessário um passe online para liberar a Mulher-Gato. Sem o cadastro do código não é possível controlá-la. Porém, a liberação da personagem não é obrigatória para completar a campanha principal do jogo.
Em Arkham City o fiel escudeiro do Batman, Robin, é tão sombrio quanto o próprio cavaleiro das trevas e está com sede de pancadaria gratuita. Tudo é muito rápido, mas já fica claro que a mais nova adição faz parte do primeiro DLC do jogo que ainda virá acompanhado de mapas com desafios extras e 3 roupas para você escolher na aparência de Robin. No que diz respeito à jogabilidade o personagem não deixa a desejar em nada aparentemente e segue o roteiro de aprendiz com maestria, tanto é que até para voar o rapaz deu um jeitinho.
Talia al Ghul filha do bruxo Ra’s Al Ghul Talia al Ghul, um dos clássicos vilões do Homem-Morcego. Ela já teve um filho com o Batman, não se sabe se ela será uma vilã ou não, será que encontraremos um triângulo amoroso entre mulher gato, Batman e Talia? Espere um grande desafio por parte desta mulher, pois o pai dela Ra’s al Ghul possui uma vasta legião de ninjas que serão um desafio ainda maior que os inimigos que portam armas de fogo
“Arkham City” é uma espécie de local super povoado com os piores vilões de Gotham. Os criminosos da Penitenciária Blackgate foram misturados com os lunáticos soltos da agora “morta” Ilha Arkham, e as brigas entre eles acontecem livremente sob o olhar do pervertido diretor da prisão, o Professor Hugo Strange.
Dax Ginn, diretor de marketing da Rocksteady, disse que a razão para Batam: Arkham City ter tantos vilões deve-se ao tamanho considerável do jogo. "Em Arkham Asylum o seu contexto tenso e claustrofóbico precisava apenas de um personagem como o Joker para causar medo. No entanto neste novo jogo sabíamos que as pessoas queriam ver Batman a correr pelas ruas num mundo aberto, esta decisão levou à criação de mais personagens."
A “cabeça” de Arkham City, ele faz experiências bizarras com as pessoas, tanto físicas como psicológicas. É ele quem toma conta da prisão arkham City, Quincy sharp o escolheu para este serviço, mas mal sabe ele, que este homem na verdade é um um psicólogo demente, em arkham city ele esta armando um grande plano que envolve carregamentos de armas ilegais para dentro da prisão, que cairão nas mãos dos detentos, o que vai provocar a rebelião, é ele quem vai arquitetar os grandes planos em conjunto com Black Mask e Joker.
O doente Coringa continua o mesmo psicopata ainda, mas visivelmente mais doente com marcas no seu rosto, mais imprevisível e violento “Príncipe Palhaço do Crime”, e um antagonista perigoso para o vigilante rígido e justo criado por Bruce Wayne.
Ela é uma das vilãs mais sexys dos games e também teve importante papel no jogo de 2009, onde ela ajudou Coringa a executar seu plano de tomar o controle do Asilo Arkham . Nesse novo jogo, ela está de volta participando de maneira secundária das ações maléficas junto a seu namorado, Coringa.
Mr. Hammer, capanga de Coringa, é um simpático palhaço enorme sem um braço que carrega um enorme martelo.
Espere grandes desafios do Charada, esqueça a simplicidade de arkham asylum, agora você terá verdadeiramente quebra-cabeças, charada terá vários detentos trabalhando para ele, cabe a você investigar e localizar esses detentos no banco de dados criminais, quando localizar um dos informantes do charada você deve interrogá-lo para extrair informações, desta vez você se encontrará com o Charada no final.
O Pinguim é retratado como um assassino bruto e ameaçador que vocifera raiva por meio de um grosso som metálico.
Segundo o homem forte do marketing da Rocksteady, Dax Ginn, "O Pinguim é geralmente retratado de forma aristocrática, como um cavalheiro falador que sofre delirios distorcidos de grandeza. Então o fizemos como uma figura realmente horrível, desagradável, mas ele ainda conta com seus lampejos delirantes de grandeza. O Pinguim se veste bem, mas com mau gosto. Ele é brutal, mas oferece todos os elementos fascinantes que acompanharam o personagem ao longo dos anos".
Solomon Grundy já é um personagem antigo da DC Comics, o vilão surgiu após o assassinato de Cyrus Gold em um pântano próximo de Gotham City. Após 50 anos no local, o corpo de Cyrus Gold voltou a vida, quase sem consciência e domado pelos sentimentos gerados na ocasião de sua morte. Devido a isso o vilão possui uma personalidade agressiva. Ele já enfrentou grandes heróis como Superman e o Lanterna Verde Alan Scott.
O promotor Harvey Dent era um dos mais fortes aliados de Batman em Gotham City, até que um criminoso jogou ácido no rosto de Dent, criando cicatrizes horríveis em sua face. As feridas destruíram sua psique, e ele renasceu como Duas-Caras, um gênio criminoso e obcecado com a dualidade. Seu charme é usar a moeda de “duas caras”, que teve uma das faces danificada e Dent a vê como um reflexo de si mesmo. Ele a joga para decidir o destino de suas vítimas. Duas-Caras está prosperando em Arkham City, reunindo os presos para participar de sua gangue.
Para quem não conhece Mr. Freeze é um cientista que precisa usar uma roupa criogênica para sobreviver. Sua necessidade ao frio veio de um acidente que sofreu ao tentar curar a sua esposa Nora, que possui uma doença terminal. No jogo a sua parte visual, dispensa elogios. Sua armadura lembra um pouco a versão da série animada, com um ótimo efeito de áudio.
Talvez o papel deste vilão esteja ligado aos carregamentos de armas, ele esteja ligado a Hugo strange, ambos os vilões trabalhando juntos, para que carregamentos ilegais de armas entrem na prisão, e que cairão nas mãos dos detentos. Uma grande rebelião, onde juntos transformarão esta prisão em uma grande bomba que pode explodir a qualquer momento.
Victor Zsasz praticará vários assassinatos em série, ele te desafiará constantemente por telefonemas pela cidade, o que obrigará o jogador a se desdobrar em muitas investigações.
Um dos vilões menos conhecidos do universo Batman, as ações deste vilão se baseiam nas datas do ano, estações do ano, comemorações do ano. Calendar Man será parte de uma grande missão paralela, para cada época do ano ele entrega uma missão diferente, algo especial, mas nada revelado.
Sim, ele está de volta, e espere por um Bane muito maior destruindo em seu caminho pelas ruas de Gotham City!
Pelo que foi mencionada esta terrível criatura estará vagando pelos esgotos da cidade, e vez ou outra ele sai para a caça, muitos terminarão o jogo sem nunca ter visto este vilão em arkham city, pois somente os mais exploradores e corajosos o encontrarão.
Cabe a você encontrar as passagens secretas para encontrá-lo.
Direto do universo de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, o chapeleiro maluco surgirá como inimigo do homem-morcego.
Além de Mad Hatter, Poison Ivy também estará contra Batman. Ela retorna de Arkham Asylum para integrar a lista de vilões.
O papel do pistoleiro é um mistério, mas o que se sabe é que Batman precisará descobrir os objetivos do vilão usando suas habilidades investigativas e caçando as balas da arma do inimigo.
A trama tem várias mudanças e viradas à medida que esse diverso grupo de criminosos aterroriza e insulta o protagonista e a cidade. “Arkham City”, como o mundo de um game, por vezes parece infernal e sem esperanças em suas estruturas abandonadas, ruas caindo aos pedaços, e moradores com sede de sangue. Mas você é Batman, e não será derrotado sem lutar.
“Eles são humanos. São mortais. Batman é um mortal, embora seja um tipo duro, por isso temos que garantir de que o Charada não desenvolva um poder sobre-humano, só porque isso encaixa bem na jogabilidade,” comentou Ginns. “Não, o Charada é um tipo esperto, mas não é uma força da natureza. De tal forma que o combate entre Batman e ele vai existir, mas do ponto de vista intelectual.”
O modo Multiplayer não está ligado com a campanha principal, o arco principal é apenas para um jogador como em Arkham Asylum, e apenas Batman esta disponível para jogar nesta campanha!
Em entrevista, o diretor de marketing da Rocksteady, Dax Ginn, afirmou que a inclusão de um modo multiplayer em Batman: Arkham City atrapalharia o desenvolvimento. “O resultado seriam dois jogos regulares”, explicou ele. “Nosso foco é entregar uma grande experiência, e isso é fundamentalmente single player.”
Ainda falando sobre a campanha, Ginn informou que o modo para um jogador tem duração média de oito horas. Para completar todas as missões secundárias e descobrir todos os segredos, porém, os jogadores poderão levar mais de 24 horas. “Não fazemos grandes jogos que tomam conta da sua vida. Queremos contar uma ótima história, sem passar a impressão de que é preciso jogar por seis meses para chegar até o final.”
A Rocksteady anunciou preços e datas de lançamento para uma série de DLCs que seguirão o lançamento de Batman: Arkham City, marcado para acontecer no dia 18 de outubro. Os novos conteúdos incluirão Robin, Asa Noturna e novos personagens, além de fases inéditas para o modo Challenge. Confira:
• 1º de novembro, Nightwing Character Pack: por US$ 6,99 (cerca de R$ 12), o primeiro DLC trará o novo personagem com seus próprios golpes e animações para utilização no modo Challenge. Além disso, o conteúdo traz duas novas fases para o extra.
• 22 de novembro, Robin Character Pack: com poucos detalhes divulgados, o pacote trará Robin, também com suas próprias animações, e novas fases para o modo Challenge.
• 6 de dezembro, Skins Pack: pacote de roupas diferentes para os personagens do game. A quantidade de skins não foi revelada. O DLC será vendido por US$ 4,99, aproximadamente R$ 9,00.
OXM 9/10: “Um Arkham diferente, mas excelente mesmo assim”.
Destructoid 8.5/10: “Quando está tudo dito e feito, você estará implorando por mais, mas não porque não era o suficiente. É apenas muito divertido ser “O Morcego”.”
Metro 9/10: “Não é apenas o melhor game de super-herói, mas uma das maiores aventuras de ação já feitas – estabelecido em um expansivo e envolvente mundo virtual, diferente de qualquer outro”
IGN 9.5: Batman: Arkham City não é perfeito, mas a lista das pequenas coisas que eu não gostei ficam pelo caminho, de todas as coisas que eu adorei. A dublagem, os desafios, abertura incrível, inacreditável o final e o sentimento de ser o Dark Knight – estas são as coisas que se destacam. Eu já venci tal coisa duas vezes e ainda quero perseguir todos Riddler Trophies. Batman: Arkham City não é apenas melhor do que Batman: Arkham Asylum, é melhor do que a maioria dos games no mercado.
Giant Bomb 5/5: “O grande sistema do game de combate corpo a corpo ficou ainda melhor e com algumas melhorias chave, enquanto o resto de Arkham City oferece a fórmula de Batman já existente, algum tamanho extra e espaço para manter as coisas interessantes”.
Telegraph 5/5: “Enorme, escuro e assustadoramente gratificante, Batman Arkham City é um excursão magnífica, construído usando a visão única da Rocksteady do Dark Knight”.
Joystiq 4.5/5: “Rocksteady fez o maior game de Batman já criado e eles fizeram isso antes. Mas dando vida a um mundo incrivelmente maravilhoso; aquele que cantarola não só com oportunidade, mas a ambição? Isso é um truque totalmente novo “.
G4TV 5/5: “Batman: Arkham City é um dos melhores jogos já feitos. Desta época.”
Eurogamer 9/10: “Primeiro eles nos deram um herói, agora eles nos deram o seu playground ideal.”
Videogamer 10/10: “Estonteantemente extenso e cuidadosamente detalhado, Rocksteady criou um intrincado, espirituoso e inigualável playground, digno de um dos personagens mais emblemáticos da ficção moderna”.
GamesRadar 10/10: “Batman: Arkham Asylum foi o melhor jogo de super-heróis de todos os tempos. A sequência, Batman:. Arkham City, é cinco vezes maior e cerca de um bilhão de vezes melhor. Você faz a matemática.”
Batman: Arkham City – Sete minutos de Gameplay
GameTrailers 9.3/10: “Arkham City se sente como uma sequência lógica de seu antecessor, totalmente abrangente e expandindo com todos os elementos que o fizeram grande. Ele certamente é o game definitivo de Batman.”
Concluindo, esse jogo é uma equação que estamos lidando com quase perfeita experiência de jogo muito diferente. Há um componente de exploração, há facetas de luta, sem o uso de gadgets, há gotas de pesquisa, existem secções de plataformas ... Há muitos elementos diferentes que, independentemente analisados não podem ser demasiado brilhante-se quando comparado com outros jogos que tratados separadamente, mas juntos congeal um jogo simplesmente sensacional.
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Mano, que postagem chata, essa foi a mais chata de ser postada e ainda está uma merda,a letra e tals, enfim n vou arrumar n ^^
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